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Polícia Civil incinera 200 quilos de entorpecentes apreendidos em Sinop

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A Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DERF) de Sinop incinerou, na manhã desta terça-feira (30.08), cerca de 200 quilos de entorpecente. A queima foi realizada após autorização da Justiça.

A droga incinerada inclui maconha e pasta base de cocaína, que foram apreendidas em ações da Polícia Militar e da Polícia Civil, no decorrer deste ano, em Sinop.

Os entorpecentes fazem parte de mais de 110 inquéritos policiais instaurados pela DERF para investigação de crimes de tráfico de drogas na cidade.

A incineração foi acompanhada pelo delegado titular da Derf, Victor Hugo Caetano, que pontuou a etapa como passo fundamental no combate ao tráfico de drogas na região.

“A delegacia continua as investigações para a identificação dos suspeitos envolvidos no comércio de entorpecente para que possamos representar pela prisão dos criminosos e concluir os inquéritos policiais”, disse o delegado.

A incineração recebeu parecer do Ministério Público e foi acompanhada por representantes da Vigilância Sanitária.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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