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Polícia Civil participa de encontro para traçar ações da Fase 2 do Programa REM MT

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A Polícia Civil, representada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), participou do encontro que reuniu doze instituições e parceiros do Subprograma Fortalecimento Institucional e Políticas Públicas Estruturantes (FIPPE).

O evento foi realizado na segunda-feira (28.08) e terça-feira (29.08), no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), visando avaliar e discutir ações e inovações para a Fase 2 do Programa REM MT.

A Dema apresentou suas propostas e estratégias para combater ilícitos penais contra ao desmatamento para os próximos quatro anos, oportunizando desenvolver de forma mais célere os trabalhos investigativos.

Durante a reunião os parceiros de comando e controle conversarem sobre a união de forças de suas tarefas, para enfrentar o desmatamento ambiental, bem como o Subprograma FIPPE desenvolverá o plano de atuação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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