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Ex-advogada foragida do Estado de São Paulo tem prisão cumprida em MT

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Ex-advogada foragida do Estado de São Paulo, foi presa pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta sexta-feira (18.08), no município de Nova Olímpia (207 km a médio norte de Cuiabá).

A mulher de 52 anos estava com dois mandados de prisão, decretados pela Comarca de Dracena (SP). Ela era procurada há 12 anos, por aplicar vários golpes e se apropriar indevidamente de valores dos seus clientes.

Com base nas investigações da Polícia Civil do Estado de São Paulo, a então advogada teve a inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) cancelada.

Durante diligências a equipe da Delegacia Regional de Tangará da Serra, conseguiu identificar o endereço onde a suspeita estava trabalhando como cuidado de um idoso.

Diante das informações apurada, os policiais civis foram até o local no município de Nova Olímpia, e realizaram a prisão em cumprimento as ordens judicias.

Em seguida a presa foi conduzida para as providências cabíveis, e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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