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Saúde promove ação sobre a importância do aleitamento materno

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O mês de agosto é marcado por uma campanha em prol do incentivo à amamentação, conhecida como “Agosto Dourado”. A cor dourada simboliza o padrão ouro de qualidade do leite materno, ressaltando a importância vital dele na nutrição e no desenvolvimento saudável dos bebês.

Nesse contexto, uma ação conjunta reuniu os ESFs (Estratégias de Saúde da Família) da região Salmen com o foco na conscientização sobre a prática da amamentação. Profissionais da saúde falaram sobre os benefícios e a necessidade de fortalecer o vínculo entre mães e filhos nos primeiros meses de vida.

A médica do ESF Parque Universitário, Kamila Pereira Araújo, destacou a importância do aleitamento materno. “O ato de amamentar oferece uma gama diversificada de vantagens para nutrir o bebê, pois desempenha um papel essencial no desenvolvimento saudável, representando um cuidado vital para os recém-nascidos”, disse Kamila.

Kamilia ressaltou que o leite materno, além de ser repleto de nutrientes, contém anticorpos que protegem contra infecções e reduzem o risco de doenças crônicas no futuro. “É de extrema importância fornecer orientações às mães sobre a amamentação exclusiva (alimentação somente de leite materno) até pelo menos os seis meses de idade do bebê, pois essa prática traz inúmeros benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê”, explicou a médica.

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“O ato de amamentar é muito mais que uma simples forma de alimentar. É um processo que transcende a nutrição, estabelecendo uma conexão profunda entre mães e bebês”, explicou a enfermeira Eliane Ferreira.

As ações de conscientização seguem em frente, com eventos agendados para o mês de agosto. No dia 25, o ESF Luz D’Yara será o ponto de encontro para mais discussões relevantes sobre amamentação, seguido pelo ESF Jardim Atlântico no dia 31.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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