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Policiais civis são homenageados por tempo de serviço prestado à instituição

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Investigadores e escrivães das Delegacias Regionais da Polícia Civil em Rondonópolis e Primavera do Leste foram homenageados pela diretoria da instituição com as medalhas de Mérito Policial por tempo de serviço.

Dezesseis policiais receberam as medalhas de ouro, prata e bronze correspondente a 10, 20 e 30 anos de serviços à Polícia Civil. A homenagem foi entregue nesta terça-feira (15), em Rondonópolis, em cerimônia que reuniu servidores das regionais, a diretoria da Polícia e familiares dos homenageados.

A delegada-geral, Daniela Maidel, lembrou do comprometimento e dedicação de todos os servidores que ajudam na construção e fortalecimento da Polícia Civil ao longo de 181 anos de existência. “Essa medalha é a materialização do agradecimento e o reconhecimento da instituição que as senhoras e senhores ajudaram a construir. Nós, policiais civis, dedicamos em média, cerca de 30 anos de nossas vidas a essa instituição. E, nesse percurso, constituímos família, tivemos filhos e sonhos e enfrentamos desafios, sofremos decepções, perdemos pessoas importantes e continuamos aqui”, pontuou a delegada-geral, agradecendo a dedicação dos servidores que constituem os quadros da instituição.

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“Quero reforçar que a diretoria está empenhada em construir uma Polícia Civil cada vez mais forte e eficiente, capaz de enfrentar os desafios contemporâneos da criminalidade e lembremos sempre de nossa responsabilidade, força e determinação em cumprir nosso dever com excelência”, finalizou.

O delegado regional de Rondonópolis, Thiago Garcia Damasceno, agradeceu o empenho das equipes que compõem a segunda maior regional da Polícia Civil e lembrou do esforço diário que homens e mulheres dedicam para atender a sociedade mato-grossense.

O diretor de Interior da Polícia Civil, delegado Walfrido Franklin, fez uma reflexão sobre a importância da dedicação ao trabalho, em prol de uma polícia eficiente e com investigações qualificadas. “Ao longo dos últimos anos, a pandemia da covid impactou a vida e o comportamento de cada pessoa frente aos desafios trazidos pela doença, que afetou dezenas de policiais e de familiares, e nossa instituição necessitou se posicionar para atender tanto as necessidades diárias por proteção, como também para não deixar de atender sua missão primordial, que é investigar”.

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Receberam as medalhas seis policiais da Regional de Primavera do Leste e 10 da Regional de Rondonópolis. Em nome dos homenageados, a escrivã Olga Eliane Pinto Santos, que completou 30 anos na Polícia Civil e atua na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, lembrou, bastante emocionada, sobre o sentido de ser policial e da abdicação dispensada de momentos com a família e ao lazer pela dedicação ao trabalho.

“A nossa responsabilidade é imensa, pois são muitas famílias que esperam em nosso trabalho, justiça pela vida de seus entes queridos. Não poderia deixar de mencionar que somos sobreviventes a uma pandemia que ceifou a vida de milhares de pessoas e com certeza, nosso olhar para a vida é outro e foi preciso, mais do nunca, ter coragem”, destacou a escrivã.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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