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Prefeito recebe vereador e pastores evangélicos para tratar de regularização fundiária de igrejas

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Uma comissão de pastores evangélicos liderados pelo vereador Marisvaldo Gonçalves foi recebida pelo prefeito José Carlos do Pátio na manhã deste sábado (5), no Gabinete do Palácio da Cidadania, para tratar de algumas demandas referentes regularização fundiária de algumas igrejas da cidade.

Na verdade esse assunto já havia sido elencado pelo vereador junto ao prefeito que se dispôs a receber a comissão, onde reuniu alguns secretários, incluindo a gestora da pasta de Habitação Huani Rodrigues, e ainda a equipe jurídica da secretaria para tratar de encontrar mecanismos legais que oportunizem a regularização fundiária dos terrenos de algumas igrejas evangélicas da cidade que anseiam pela regularização e, a titulação definitiva dos seus imóveis.

Pátio recebeu a comissão, ouviu as demandas e de imediato se comprometeu em formaLizar um Projeto de Lei do Executivo, solicitando aprovação do Poder Legislativo para incluir as igrejas evangélicas da cidade, no programa de regularização fundiária do município que já titulou e entregou mais de 30 mil escrituras públicas totalmente de graça a população de diversos bairros da cidade, nesse que está sendo o maior programa de regularização fundiária do Centro-Oeste brasileiro, e um dos maiores do país. Destacando que, tudo está sendo feito sem nenhum custo aos moradores com recursos próprios do município.

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“Eu entendo a necessidade e a importancia dessa demanda dos nossos pastores, e vou fazer esse Projeto de Lei para enviar à Câmara Municipal já na proxima semana; e ainda vou nomear o referido PL com o nome do verador Marisvaldo Gonçalves”, garantiu o prefeito.

BASTANTE SATISFEITO

Falando sobre a reunião o vereador esternou que: “hoje as instituições religiosas tiveram mais uma vitória. Há algum tempo através fiz uma indicação e vinha cobrando o prefeito Zé do Pátio para que a Prefeitura Municipal realizasse a regularização de imóveis religiosos (templos), pois os mesmos têm um papel muito importante na sociedade. Além de evangelizar, ajudam em trabalhos assistenciais e de apoio, o que de certa forma construí muito com a administração pública” argumentou.

E prosseguiu: “na data de hoje (5) estivemos com alguns pastores e o bispo Luciano, reunidos com o Prefeito e sua equipe técnica, e ele (prefeito) garantiu que irá mandar o quanto antes para Câmara Municipal um Projeto de Lei do Executivo para que possamos votar e por fim regularizar as igrejas e demais entidades religiosas que estão alocadas há várias décadas no mesmo local e ainda padecem por falta de regularização” explicou o parlamentar, que ainda finalizou: o Prefeito tem meu respeito!”

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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