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Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima de golpe de estelionatário

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Comodoro (644 km a oeste de Cuiabá) em parceira com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 2,6 mil de vítima de estelionato.

Na tarde quinta-feira (03.08), a comunciante procurou a Delegacia de Comodoro para registrar a ocorrência, logo após cair em um golpe praticado pela internet.

A vítima de 44 anos contou que adquiriu uma passagem aérea, através de um site. Durante a compra ocorrida de forma rápida, ela tentou realizar o pagamento via cartão de crédito.

No entanto, o site não aceitou a transação, disponibilizando apenas a opção por PIX, sendo então feito o pagamento no valor de R$ 2,6 mil.

Durante a negocição o golpista passou a se comunicar pelo aplicativo do WhastApp. Porém após o pagamento, o suspeito não mais respondeu ao pagador. Ocasião em que a vítima percebeu que o site era falso, e havia caído em um golpe.

Imediatamente os investigadores de Comodoro solicitaram apoio a equipe da DRCI, a qual procedeu com as diligências e conseguiu através de bloqueio bancário, recuperar o valor subtrraído da vítima. As investigações continuam visando identicar o autor do crime.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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