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Polícia Civil apreende 44 pacotes de entorpecentes que seriam distribuídos em Sapezal

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A Delegacia da Polícia Civil de Sapezal apreendeu nesta semana um carregamento com 44 pacotes de entorpecentes, entre maconha, pasta base e cloridrato de cocaína, que seriam distribuídos na cidade por integrantes de uma facção criminosa.

Após diligências investigativas para reunir inforações sobre a atuação de um suspeito de tráfico, os policiais civis chegaram à localização de uma quitinete onde estava, escondidos os entorpecentes.

Na quarta-feira (02.08), a equipe da delegacia foi até o imóvel, alugado para depósito da droga, no Jardim Sapezal, e localizou debaixo de um edredon os entorpecentes e balanças de precisão.

Foram apreendidos 37 pacotes de maconha, cinco de pasta base, dois pacotes de cloridrato de cocaína e duas balanças. O entorpecente será periciado e as investigações continuam para achegar a outras responsáveis pelo tráfico de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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