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Furtos de cavaletes de sinalização de obras da Coder estão preocupando a companhia

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A constatação de contínuos furtos de cavaletes e placas de sinalização de obras da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis – Coder, vem preocupando a direção da empresa pública diante dos riscos iminentes de acidentes de trânsito nos locais de obras sinalizados.

Conforme o servidor da Coder, Sebastião Matos de Souza, presidente da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da empresa, os furtos de cavaletes e placas de sinalização vem se tornando constantes e isso vem causando muita preocupação na direção da Coder, pois além dos prejuízos financeiros, já que a confecção de cada cavalete custa cerca de R$ 100,00, existe um perigo maior que é a manutenção da segurança das pessoas que trafegam por estes locais em obras, e sem a respectiva sinalização, acabam ficando mais expostos a riscos de acidentes.

Ainda segundo o técnico em segurança, apenas no último mês de julho pelo menos 40 cavaletes foram furtados na cidade. “A nossa preocupação não fica apenas quanto aos prejuízos materiais financeiros, mas sobretudo, com a segurança das pessoas, que ficam sujeitas a riscos de acidentes no período noturno, já que ficam desprovidos da sinalização de orientação de tráfego nos locais de obras e acabam expostos a riscos de acidentes. Infelizmente os cavaletes e placas são furtados ou depredados por pessoas inescrupulosas, que causam danos ao patrimônio público”, esclareceu.

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Conforme levantamentos efetuados pela Coder, apenas nas últimas semanas de julho, foram cerca de 23 cavaletes furtados; sendo 10 cavaletes no Jardim Liberdade; cinco (05) no Jardim Ipanema e oito (08) no Jardim das Paineiras. Segundo o que foi apurado, os meliantes furtam os cavaletes para utilizar como lenha e até para confeccionar andaimes de construção, além de outras finalidades.

É CRIME!

Lembrando que furtar placas ou cavaletes de sinalização é considerado crime contra o patrimônio público, constante no artigo 163 do código penal. Caso seja pego em flagrante, quem comete este tipo de crime está sujeito a prisão e a penalidades de detenção que variam de seis meses a três anos, mais a multa, já que a depredação ou dano ao patrimônio público é um ato que causa prejuízo não apenas a União, Estado ou Município, mas a toda a sociedade.

A direção da Coder não tem medido esforços para garantir a sinalização e a segurança das pessoas nos locais onde realiza obras, e pede à população que caso verifique essa prática criminosa, que denuncie os infratores ligando para a Polícia Civil no 197, ou para a Polícia Militar, no número 190.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Exposul terá que ofertar produtos de valor acessível ao público

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Procuradoria-Geral do Município e Procon reuniram-se com o Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis na última sexta-feira (17), na sede da Procuradoria, para tratarem dos preços praticados na Exposul, que resultou em denúncia de possível abuso de preços causando indignação em quem prestigiou a festa no ano passado. 

A edição deste ano, agendada para ocorrer no início de agosto, deverá contar com preços acessíveis à população em geral e disponibilização de produtos de maior valor agregado aos que desejarem outras marcas.

Para evitar abuso de preços, o Sindicato Rural irá informar os valores pactuados com a empresa terceirizada em telões, cartazes e demais mídias do evento. Em caso de sobrepreço, as pessoas poderão fazer a denúncia no local, no estande da Procuradoria/Procon, o qual irá receber a reclamação e agir instantaneamente. 

Além disso, a oferta de água potável nos bebedouros estará disponível nos locais de entrada para quem não deseja comprar bebidas, isto em cumprimento à lei federal de grandes shows e eventos. 

Esta foi a segunda reunião entre realizador e órgão de fiscalização do município para garantir que não haja produtos com preço abusivo ofertados durante a Exposul, festa tradicional de Rondonópolis que reúne atrações como novidades, tecnologia de ponta para o campo, palestras técnicas e shows nacionais e regionais de música sertaneja, sendo o destino de milhares de pessoas que buscam informações e entretenimento.

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Para assegurar o pactuado, o realizador deverá apresentar nos próximos dias a tabela de preços dos produtos ao Procon, quando for solicitado o alvará de funcionamento do evento ao órgão, dias antes da realização do mesmo.

Participaram da reunião, o procurador-geral municipal, Luís Vacaro, o coordenador-executivo do Procon, Rubson Guimarães, assessores jurídicos do Procon, o presidente do Sindicato Rural, Alberto Torremocha, vice-presidente Leandro Hinrichsen e a supervisora da Exposul, Fabrízia Hinrichsen.

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