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Polícia Civil cumpre mandados em investigação sobre roubo a propriedade rural no norte de MT 

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A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, cumpre nesta manhã de quarta-feira (01.08) quatro mandados de busca domiciliar na Operação Recidivist, cujos alvos são investigados pelo roubo a uma propriedade rural em Nova Mutum.

As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara de Nova Mutum, com base em investigação da GCCO, e são cumpridas em Cuiabá.

O crime foi registrado no dia 19 de fevereiro deste ano, quando cinco criminosos, armados, invadiram uma fazenda e mantiverem 15 pessoas em cárcere privado. O bando usava pistolas e armas longas e fugiu da propriedade levando defensivos agrícolas, duas caminhonetes e objetos pessoais dos moradores da fazenda.

Presos reincidentes

Os três investigados, alvos da operação, estão presos desde o início de julho, em Sinop, após uma ação conjunta entre a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos de Cuiabá e a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos daquele município. Na ocasião, foram apreendidas armas de fogo, munições de diferentes calibres, um aparelho utilizado para bloquear rastreadores, celulares, além de fertilizantes. As equipes policiais também apreenderam com os criminosos um veículo roubado de uma propriedade rural de Marcelândia, no mês de junho.

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Com os criminosos presos em Sinop foram encontradas vestimentas camufladas e máscaras do tipo balaclava, objetos similares aos mesmos utilizados pelo bando que roubou a propriedade em Nova Mutum.

Um dos criminosos foi investigado pela Polícia Civil anteriormente, na Operação Fim da Linha, que desarticulou uma quadrilha envolvida em roubo e furto de defensivos agrícolas no estado. Na ocasião, o criminoso e sua companheira foram presos e, conforme a investigação atual, após a soltura de ambos, o grupo voltou a se reestruturar e atuar novamente no roubo de produtos agrícolas.

O nome da operação faz referência ao termo em latim que significa ‘reincidente’, pois a maioria dos investigados tem registros criminais por roubos a propriedades e usam o mesmo modo de atuação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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