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Polícia Civil de MT localiza no Pará foragido por homicídio ocorrido há 19 anos

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Um foragido da Justiça de Mato Grosso por um homicídio ocorrido há 19 anos foi preso nesta sexta-feira (28.07), no interior do Pará, em uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e do estado vizinho.

F.D.A., de 49 anos, foi localizado na zona rural do município de Ourilândia do Norte. Ele estava com a prisão preventiva decretada pela Segunda Vara Criminal da Comarca de Vila Rica pelo crime cometido na cidade de Santa Terezinha, na região nordeste de Mato Grosso.

Ele foi identificado pela Polícia Civil como autor do homicídio que vitimou Advaldo Coelho da Silva, 24 anos, no dia 07 de abril de 2004, na localidade denominada “Torre”, zona rural de Santa Terezinha.

Segundo testemunhas, na época dos fatos, a vítima e o acusado estavam com outras pessoas em um bar e tiveram um desentendimento. Depois de acalmar os ânimos, Advaldo e um irmão foram embora, mas o autor do crime foi atrás deles com uma arma de fogo e fez três disparos que atingiram a vítima. Após o crime. F.D.A. foi embora do município e permaneceu foragido até esta data.

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A prisão do foragido foi possível com o trabalho investigativo da equipe do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Vila Rica, com apoio do Núcleo de Inteligência Policial do Pará, Superintendência Regional do Alto Xingu e Delegacia de Polícia Civil de Ourilândia do Norte.

A ação faz parte da Operação Ámon, nome de origem grega, que significa oculto ou escondido. A ação é desenvolvida pela Regional de Vila Rica para localização e cumprimento de mandados de prisão de foragidos da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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