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OAB-MT e Polícia Civil orientam sobre tentativa de golpes envolvendo escritórios de advocacia

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A diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso se reuniu com o diretor Metropolitano da Polícia Civil, delegado Wagner Bassi Júnior, para discutir as tentativas de golpes envolvendo advogados e escritórios de advocacia em Mato Grosso. A reunião ocorreu na tarde desta segunda-feira (17), na sede da Diretoria Geral da Polícia Civil.

“Estamos acompanhando o trabalho que a Polícia Civil está fazendo, as denúncias estão sendo investigadas, como solicitamos, e existe uma preocupação em dar a maior agilidade possível no atendimento aos advogados”, disse Gisela Cardoso, presidente da OAB-MT.

Todas as denúncias, enviadas pela advocacia para a OAB-MT estão sendo repassadas de forma imediata para a Polícia Civil e apuradas pela Delegacia de Estelionatos e Outras Fraudes de Cuiabá.

Registro de denúncias

O diretor Metropolitano da Polícia Civil orienta que para tornar mais ágil o atendimento às denúncias, os advogados podem fazer o registro dos boletins de forma virtual, pelo site da Delegacia Virtual: http://(portal.sesp.mt.gov.br/delegacia-web/pages/home.seam)

Aqueles que preferirem o atendimento presencial podem procurar os seguintes locais: Posto da Polícia Civil no Shopping Goiabeiras, que funciona das 10 às 17h; Central de Ocorrências na Avenida Tenente-coronel Duarte (Prainha), no centro de Cuiabá, com atendimento 24 h ou diretamente na Delegacia de Estelionatos, no bairro Planalto, que atende das 8 às 12 e das 14 às 18h.

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Além da presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, estavam no encontro o vice-presidente, José Carlos Guimarães Júnior; o secretário-geral Fernando Figueiredo; e o diretor-tesoureiro, Helmut Daltro. Pela PJC participaram da reunião o diretor metropolitano, delegado Wagner Bassi Júnior; os delegados Marcelo Martins Torhacs, da Delegacia Especializada de Estelionato e Anderson Veiga, responsável pela Central de Ocorrências de Cuiabá e a Delegacia Virtual.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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