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Condenado por furto de gado em Poconé é preso pela Polícia Civil em VG

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Um foragido da Justiça, com condenação por furto de gado pela Comarca de Várzea Grande foi preso, nesta segunda-feira (17.07), por uma equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

E.D.S., de 44 anos, foi condenado a oito anos de prisão em regime fechado pelo crime ocorrido em Poconé. Além deste delito, ele também foi investigado por estelionato e denúncias apontam que o criminoso estava atuando com tráfico de entorpecentes na região de Poconé e integra uma facção criminosa.

Em diligências para localizar o foragido, os policiais da GCCO avistaram um veículo Ford Fusion na Estrada da Guarita. Depois de fazer o acompanhamento do veículo, os investigadores abordaram os ocupantes no bairro Figueirinha e confirmaram que se tratava do foragido, dando cumprimento ao mandado de prisão.

Após a prisão, o criminoso foi encaminhado a uma unidade prisional.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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