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“Hoje temos Forças de Segurança motivadas e isso já está refletindo na melhor prestação de serviços ao cidadão”, destaca secretário

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Mato Grosso vive um novo momento na Segurança Pública, desde o início da gestão do governador Mauro Mendes, com investimentos expressivos que resultaram em recordes de apreensão de drogas, fortalecimento do combate à criminalidade e valorização profissional. A afirmação é do secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp), coronel César Augusto Roveri.

De acordo com o secretário, além da entrega de novas unidades prisionais, batalhões, companhias e delegacias, a Sesp tem atuado pela valorização do servidor público, por meio de ações como o auxílio fardamento e a entrega de pistolas da marca austríaca Glock, consideradas uma das melhores do mundo.

“Com as novas pistolas, temos uma polícia melhor equipada e um policial mais motivado. Hoje, cada policial tem o seu instrumento de trabalho de forma individual, em que ele pode dar manutenção e aumentar o tempo de vida útil do equipamento. Isso é um grande diferencial para a segurança pública. Temos forças de segurança motivadas e, com certeza, isso já está vai refletindo em uma melhor prestação de serviço em cada instituição para o cidadão”, afirma o secretário.

Confira abaixo a entrevista na íntegra.

1) Secretário, o Governo de Mato Grosso está investindo em tecnologia para garantir ainda mais eficiência em diversas áreas, dentre elas a segurança pública, e o programa Vigia Mais MT, em parceria com as prefeituras, é um exemplo disso. Quantos municípios firmaram a parceria e já estão instalando as câmeras?

Temos 108 municípios que fizeram a adesão ao programa e, até o momento, 73 municípios fizeram a retirada das câmeras na Secretaria de Segurança Pública. Esses municípios têm um prazo de instalação, que é de três meses, prorrogável por mais três meses, devido a logística e todo o aparato de instalação que eles têm que fazer, de rede lógica, parte elétrica e física. Isso leva um tempo, mas já temos um número expressivo de prefeituras que fizeram a adesão.

2) O governador Mauro Mendes fala que o programa Vigia Mais MT vai transformar Mato Grosso em um Big Brother, com câmeras monitorando todas as regiões do Estado. Qual o impacto do programa na segurança pública do Estado? Os resultados já podem ser sentidos pela população?

Realmente, teremos mais de 15 mil câmeras de segurança instaladas em todo o Estado de Mato Grosso, assim que tivermos a efetividade 100% do programa. O Vigia Mais MT é um programa que foi idealizado pelo governador Mauro Mendes, pensado por ele, e determinado a nós que fizéssemos todo o planejamento e execução, usando tecnologia e inteligência artificial, e com certeza esse programa tem um impacto muito positivo na segurança pública.

Já temos, sim, resultados positivos. Na cidade de Sorriso, por exemplo, tivemos uma tentativa de homicídio e a câmera do programa Vigia Mais MT instalada levou, em questão de menos de uma hora, à prisão de dois criminosos que passaram de moto e que fizeram disparos com arma de fogo, e a apreensão da arma de fogo, levando esses criminosos a responderem pelo seu crime perante a justiça.

3) O Governo realizou, em 2022, o concurso público para a Segurança e muitos aprovados já foram convocados. Como fica o quadro de servidores das forças de segurança com esse reforço, tendo em vista que o último concurso tinha sido realizado há 10 anos?

Nós realmente ficamos uma década sem concurso público na Segurança Pública, e o governador Mauro Mendes, sensível a essa situação e muito preocupado com a segurança pública do Estado, determinou esse concurso público ainda na sua gestão passada, e agora em 2023 nos autorizou a fazer esse chamamento.

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Então, esse impacto em toda a sociedade é muito importante, porque teremos um reforço da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar, em que as nossas forças de segurança estarão completando seu efetivo, o seu quadro de material humano e principalmente no interior do Estado.
É a primeira vez na história recente, que nós temos conhecimento, que o governo determinou que o interior do Estado seja reforçado e atendido para que não tenhamos cidades com efetivo baixo. Isso é muito importante porque, assim, teremos cidades com maior efetivo de policiais militares e civis, e bombeiros para prestarem o melhor serviço para a sociedade.

4) Secretário, o governador determinou tolerância zero para crimes de invasão de terra, ocorrências que víamos com frequência em anos anteriores em Mato Grosso. De que forma as forças de segurança atuam para cumprir a determinação do governador e combater esses crimes?

Realmente, o governador Mauro Mendes determinou tolerância zero com relação a invasões ilegais de terra em todo o Estado de Mato Grosso. Isso foi amplamente divulgado por meio de um vídeo que o próprio governador fez, e ele fez questão de postar, sendo o primeiro governador do Brasil a se posicionar dessa forma.

Aqui em Mato Grosso nós criamos um protocolo, uma forma de atendimento em que não somente a Polícia Militar atende ao chamado, naquelas primeiras 24 horas de invasões de terra. Funciona da seguinte forma: o proprietário aciona a segurança pública, registra um boletim de ocorrência e informa a unidade policial mais próxima. As forças de segurança, com cumprimento desse protocolo, e de forma alinhada, Polícia Militar e Polícia Judiciária Civil, vão até o local dessa invasão e retiram esses invasores. No local nós constatamos não somente o crime de invasão de terra, mas também crimes subsidiários que estão junto na invasão, como crimes ambientais, de porte ou posse ilegal de arma, veículos de forma irregular ou até mesmo veículos furtados e roubados, enfim, qualquer outro time de crime que esteja agregado a essa invasão de terra é registrado e os criminosos são levados até a delegacia de Polícia Civil. Então, a PJC participa junto com a Polícia Militar na ação e as pessoas vão responder pelos crimes cometidos.

5) A Sesp também tem se destacado com apreensões recordes de drogas nos últimos anos. A que o senhor atribui esse aumento de apreensões e qual o significado disso para a sociedade?

Olha, eu atribuo isso ao grande investimento que o governador Mauro Mendes vem fazendo ao longo dos últimos quatro anos e meio. Fez isso no seu primeiro mandato e continua fazendo alto investimento na segurança pública, onde nós temos polícias melhores equipadas, policiais melhores qualificados, uma inteligência mais atuante, e, com certeza, a apreensão desses entorpecentes, que cresceu significativamente nessa última gestão e este ano, em que temos recordes de números, ela traz um melhor resultado para a sociedade, porque teremos menos crimes, um menor fluxo de entorpecentes no Estado ou passando pelo Estado, e tem crimes que acontecem pelo autoconsumo de entorpecentes, pelo tráfico de drogas, e temos os crimes de homicídio, furto e roubo, que acompanham o tráfico de drogas. Então, esse resultado positivo para a sociedade é muito grande, tendo em vista que esse alto investimento que o Governo tem feito tem dado esse bom resultado.

6) Secretário, uma coisa que chama a atenção é que as forças de segurança têm atuado de forma mais integrada nessa gestão, complementando o trabalho uma da outra. Isso fortalece o combate à criminalidade em Mato Grosso?

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Com certeza fortalece todo o trabalho e toda a estratégia contra a criminalidade do Estado de Mato Grosso. No dia da nossa posse, em 1º de janeiro deste ano, cumprindo a determinação do governador Mauro Mendes de trabalharmos com mais eficiência, entregar mais e atender melhor o cidadão mato-grossense, eu disse que nós trabalharíamos de forma integrada e assim temos feito com todas as forças policiais da segurança pública de Mato Grosso, em parceria com o Ministério Público, Tribunal de Justiça, com a PGE, Defensoria Pública, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, enfim, todos os órgãos e poderes que trabalham conosco em parceria. Essa integração, a organização do Estado como um todo, traz o melhor resultado para a segurança pública.

7) O governador tem falado com frequência que, pela primeira vez na história do Estado, cada policial terá sua própria pistola Glock. Qual o impacto dessa ação para os servidores das forças de segurança e para o combate à criminalidade?

Com a entrega dessas novas pistolas, temos uma polícia melhor equipada e um policial mais motivado. Hoje, cada policial tem o seu instrumento de trabalho de forma individual, em que ele pode dar manutenção e esse material ter uma vida útil maior do que o material que tínhamos antigamente, que passava a cada serviço, de mão em mão de cada policial. Então, hoje, cada policial militar, civil, bombeiro, policial penal, ter a sua arma Glock, seu equipamento de trabalho de forma individual, é um grande diferencial para a segurança pública e, com certeza, está refletindo numa melhor prestação de serviço de cada instituição em prol do cidadão.

8) Não apenas na compra de pistolas, o Governo também tem investido na melhoria da estrutura de trabalho dos servidores das forças de segurança, como auxílio fardamento, reformas e construções de unidades, novas viaturas, radiocomunicação, entre outras ações. Para o senhor, isso valoriza o profissional? E qual o impacto para a sociedade?

Valoriza e muito o profissional de todas as instituições, porque estamos falando de um profissional que vai trabalhar em estruturas ou reformadas ou novas, estamos falando de viaturas dignas.

Eu me recordo bem que, há cinco anos, nossas viaturas ficavam paradas no meio da rua por falta de pagamento ou de combustível. Isso desmotiva o profissional. Então, ter viaturas novas e uma radiocomunicação digital em todo o Estado de Mato Grosso fortalece a ação de segurança, porque dá proteção na comunicação da Segurança Pública. Temos, ainda, novos prédios, novas unidades, um investimento alto no sistema penitenciário, onde hoje não temos mais déficit de vaga no sistema prisional. Estamos falando de unidades novas, modernizadas, automatizadas, onde esse profissional também se sente valorizado, assim como em todas as outras instituições, com compra de novos equipamentos, no caso dos Bombeiros, de caminhões tanque, veículos de resgate, por exemplo, e uma série de outros equipamentos.

Então, a Segurança Pública tem vivido novo momento, com grandes investimentos e isso valoriza muito o servidor. E o profissional valorizado, com certeza, entrega um melhor resultado para a sociedade. Ele se empenha mais no serviço e o impacto disso para a sociedade é um serviço de melhor qualidade e uma segurança pública melhor.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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