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PM lança Operação Liquida Centro nesta sexta-feira (07) em Cuiabá

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O 1º Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso lança a Operação Liquida Centro 2023 na manhã desta sexta-feira (07.07), às 8h, na Praça Alencastro, em Cuiabá. A ação vai reforçar a segurança na área central entre os dias 7 a 16 de julho, período que acontece a 16ª edição da Liquida Centro.

A expectativa é que a região receba um público de até 100 mil pessoas por dia e com isso a Polícia Militar reforçará o policiamento contra crimes de roubos, furtos e outras práticas criminosas.

Ao todo, serão empregadas unidades do Raio, Força Tática, Regimento de Policiamento Montado, Batalhão de Trânsito e agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública.

Serviço | Lançamento da Operação Liquida Centro 2023 em Cuiabá

Data: sexta-feira (07.07), às 8h
Local: Praça Alencastro, centro de Cuiabá

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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