POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mais um mandado de prisão de jovem envolvido em golpes em joalheria
POLÍCIA
O suspeito com várias passagens criminais anteriorese que já estava preso preventivamente por uso de documento falso, teve novo mandado de prisão preventiva expedido pela Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (Nipo), em razão dos golpes aplicados contra a joalheria.
Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva, foi dado cumprimento a um mandado judicial de busca e apreensão num imóvel (flat) alugado pelo investigado, com o objetivo recuperar o restante dos objetos materiais dos crimes e outros elementos de convicção, bem como bloqueio judicial das contas bancárias.
Durante a investigação, quase todos os objetos da joalheria foram recuperados e restituídos à empresa. O jovem já respondia outros crimes anteriores, como furto qualificado, posse irregular de arma de fogo e possuía ao menos outro boletim de ocorrência por estelionato, de agosto de 2022.
Entenda o caso
O jovem foi preso em flagrante pela equipe da Delegacia de Estelionatos, no dia 16 de junho, quando compareceu a especializada para retirar alguns objetos apreendidos em seu poder, dias antes, em uma ação da Polícia Militar, em que surpreendido em posse de diversas joias de uma joalheria de grande porte da Capital,
Na delegacia, o investigado foi novamente preso em flagrante ao praticar o crime de uso de documento particular falso, na tentativa de retirar um notebook que havia sido apreendido em seu poder, com o qual havia praticado os crimes de estelionato eletrônico, realizado por meio de pix fraudulentos, contra a joalheria.
O suspeito foi então encaminhado para audiência de custódia, onde teve a prisão em flagrante convertida em preventiva e foi encaminhado para a Penitenciária Ahmenon, em Várzea Grande, onde encontra-se preso desde então.
Outros crimes
Em continuidade ao trabalho investigativo, a equipe da Delegacia de Estelionato apurou que o notebook que o jovem tentou retirar na Delegacia de Estelionatos é objeto de crime de peculato, por ele praticado contra o Conselho Federal CREA-MT.
Durante a investigação, foi apurado que o jovem se identificava falsamente como servidor do Ministério Público, inclusive possuindo um documento de identificação do MP-SP falso. O suspeito também era constantemente visto com simulacro de revólver, algemas e veículos por ele alugados, passando-se como servidor operacional ou policial para terceiros.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marcelo Martins Torhacs, com o jovem foi apreendido com simulacro de revólver, algemas e “documento funcional” do Ministério Público de São Paulo, cuja autenticidade está sendo checada.
“Além de ser visto portando o simulacro ostensivamente, passando-se falsamente por agente policial, o investigado era visto com veículos seminovos alugados, como Toyota/Corolla e Jeep/Compass, cuja origem dos recursos para esses gastos está em fase de investigação”, disse o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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