POLÍCIA
Polícia Civil fecha semana de combate às drogas com gincana entre alunos em Várzea Grande
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O evento organizado pela equipe de Polícia Comunitária contou com a parceria de importantes instituições de Segurança como Corpo de Bombeiros Militar, Conselhos Comunitários de Segurança de Várzea Grande e a Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, além da participação especial da Secretaria Adjunta de Justiça Lenice Silva dos Santos Barbosa e sua equipe.![]()
A Orquestra Municipal de Várzea Grande também abrilhantou e trouxe mais alegria ao evento, que desde a primeira edição, conta com apoio do Sargento do Exército brasileiro RR Geberson animando e interagindo o público local.
Todos os alunos da escola, dostrês períodos, participaram do evento, cujo tema se concentrou no combate e prevenção às drogas lícitas e ilícitas, por meio de atividades esportivas, educativas e de lazer. Uma das principais finalidades do evento é trabalhar com ações preventivas e informativas, buscando evitar que essas crianças e adolescentes façam parte do comércio consumidor e que os crimes relacionados às drogas aconteçam.![]()
O coordenador de Polícia Comunitária, Carlos Francisco de Moraes Coordenadoria destaca que o principal objetivo é integrar a sociedade junto às unidades de segurança, trabalhando com a filosofia de polícia comunitária. “Esse tipo de ação fortalece a ligação entre a comunidade e as forças de segurança, promovendo um ambiente seguro e saudável para todos. Essa gincana é um exemplo de como a cooperação entre diferentes organizações pode resultar em medidas significativas para combater questões sociais críticas, como o abuso de substâncias”, destacou.![]()
O investigador de polícia, Nilton César Faria, a coordenadoria de Polícia Comunitária tem um papel crucial no fortalecimento da chamada “polícia e aproximação”. Este modelo de policiamento prioriza a formação de relações positivas entre a polícia e a comunidade, em vez de se concentrar exclusivamente na resposta a crimes, onde os resultados é uma maior confiança na instituição, e credibilidade da sua carta de serviços prestado para população mato-grossense.
“A ideia é que, construindo confiança e compreensão mútua, a polícia possa prevenir crimes antes que eles aconteçam e responder mais eficazmente quando eles ocorrem, além de contribuir significativamente para mitigar os crescentes índices de violência no ceio da sociedade”, disse o investigador.
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Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande
Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.
Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.
As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.
Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.
Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.
A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.
Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.
Vítima havia denunciado ameaças
Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.
De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.
Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.
Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.
Prisão preventiva
Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.
Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.
Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.
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