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Corpo de Bombeiros realiza o 1° Estágio de Salvamento e Resgate em Silos e Armazéns

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) iniciou, nesta segunda-feira (19.06), o 1º Estágio de Salvamento e Resgate em Silos e Armazéns. O curso é realizado em Sinop (500 km de Cuiabá), por meio da Diretoria de Ensino Instrução e Pesquisa (DEIP).

O estágio tem como objetivo capacitar os militares para atuação nas ocorrências envolvendo acidentes em silos e armazéns de grãos. Ao todo, 16 bombeiros de diversas unidades participam do treinamento.

“Mato Grosso é o maior produtor e exportador de grãos do Brasil e apresenta um grande número de silos e armazéns. Com a alta demanda produtiva, o número de ocorrências envolvendo este tipo de atividade aumentou significativamente no Estado. A capacitação, então, trará um nivelamento de técnicas e abordagens aos bombeiros militares, refletindo em maior segurança para a sociedade”, destacou o tenente-coronel BM Jean Carlos Pinto de Arruda Oliveira, comandante do 3ºCR.

Com duração de uma semana, a capacitação conta com instruções teóricas e práticas, que proporcionam aos participantes a oportunidade de conhecer de perto as operações dos silos, identificar possíveis riscos e adquirir conhecimentos práticos para lidar com situações de emergência e salvamento.

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Fonte: Governo MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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