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Polícia Civil recupera mais de R$ 206 mil subtraídos em golpe contra empresa de cereais

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A Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada de Roubos e Furtos (Derf) da Delegacia de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá) e da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou mais de R$ 206 mil, subtraídos em golpe aplicado contra uma empresa de cereais do município.

As investigações iniciaram logo após a equipe da Polícia Civil receber as informações de que a empresa havia sido vítima de crime de estelionato no golpe conhecido como “falso intermediador de vendas”.

Segundo as informações, o suspeito entrou em contato com um funcionário da empresa, se passando por advogado de um produtor de soja para negociar uma venda. Após negociação com o suspeito (que atuava como intermediador) e confirmação com o produtor, foi realizada a transferência do valor para a conta indicada pelo golpista.

A vítima começou a desconfiar que se tratava de uma possível situação de estelionato, após perceber a demora na confirmação do pagamento, momento em que o próprio suspeito confessou revelou que se tratava de um golpe e que estava enrolando a vítima para dar tempo de realizar o saque.

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Com base nas informações passadas, a equipe da Derf de Sorriso imediatamente entrou em contato com a Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos, que junto ao setor antifraudes da agência bancária conseguiu o bloqueio de R$ 206.537,85 transferidos pela vítima. O valor será restituído para conta da empresa após providências de praxe junto ao banco.

“Foi uma ação rápida da Derf de Sorriso e da DRCI que evitou que a empresa sofresse um grande prejuízo com o golpe. As investigações seguem em andamento para identificar os envolvidos no crime”, disse o delegado Bruno França, responsável pelas investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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