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Por meio de câmeras, polícia flagra tentativa de homicídio e prende suspeito

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Câmaras do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), auxiliaram na prisão de um suspeito de tentativa de homicídio, registrada nesse domingo (04.06) em Sorriso (420 km de Cuiabá). O equipamento, posicionado de forma estratégica, flagrou o momento do crime, que foi comunicado de forma imediata para as equipes policiais.

“O programa Vigia Mais MT já está dando resultado, como nesse caso de Sorriso, em que, por meio das imagens das câmeras de segurança pública, conseguimos identificar autores do crime, a motocicleta usada e chegamos à prisão de um dos envolvidos. Isso mostra a eficiência desse programa, idealizado pelo governador Mauro Mendes”, destacou o secretário de Segurança Pública, coronel César Augusto Roveri.

As câmeras flagraram quando dois ocupantes de uma motoneta atiraram em direção a um bar, na tentativa de acertar dois homens que estariam envolvidos em um homicídio ocorrido momentos antes, no Bairro JK.

“Três segundos após o crime, a Polícia Militar já estava no acompanhamento dos criminosos. Além de possibilitarem uma resposta rápida da Polícia Militar, as imagens poderão ser usadas pela Polícia Civil para o indiciamento do acusado”, ressaltou o coronel Jorge Almeida, comandante do 12º Batalhão.

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O crime foi irradiado para todas as unidades da Polícia Militar, e as equipes da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), de Cuiabá, que estão na cidade em apoio à Operação Tempo Resposta, localizaram os acusados.

Durante a abordagem, um dos criminosos apontou uma pistola para os militares, que para resguardar a integridade dos agentes, efetuaram disparos. O suspeito chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Já o comparsa, que estava na garupa da moto, foi preso em flagrante e encaminhado para delegacia. Ele deverá responder por tentativa de homicídio.

Vigia Mais MT

Por meio do programa Vigia Mais MT, o Governo de Mato Grosso destinou 345 câmeras speed domes e OCRs, que permitem a leitura de placas de veículos, para Sorriso.
Ao todo serão instaladas, por meio de termo de cooperação entre Governo e prefeituras, 15 mil câmeras nos 141 municípios do Estado, com investimento de R$ 30 milhões. O Estado oferta gratuitamente os equipamentos, incluindo nobreaks, switch e armários, enquanto aos municípios cabem os custos da instalação e manutenção dos equipamentos.

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Combate à criminalidade

As forças de segurança pública trabalham de forma integrada para garantir a segurança da população e o combate à criminalidade em Sorriso. De janeiro a maio deste ano foram registrados 738 boletins de ocorrência, dos quais 70 por tráfico de drogas. Ainda, 17 prisões por mandado e 584 pessoas conduzidas à delegacia. As apreensões somam 579 munições, cerca de 85 quilos de droga e 59 armas. Também foram recuperados 19 veículos neste período.

As ações foram reforçadas com mais 40 policiais da Companhia Raio de Moto-patrulhamento de Cuiabá, Companhia Força Tática de Sinop e do Regimento de Cavalaria de Nova Mutum, que compõem a Operação Tempo Resposta, iniciada em 9 de maio.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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