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Forças de segurança de Mato Grosso impedem invasão de terras em Cláudia

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Ação das forças de segurança de Mato Grosso desencadeada na manhã desta quinta-feira (25.05), no município de Cláudia (620 km de Cuiabá), frustrou uma tentativa de invasão de terras dentro da área do assentamento 12 de Outubro.

Policiais do 3º Pelotão de Polícia Militar, unidade do 11º Batalhão de Sinop, receberam uma denúncia sobre a presença de um grupo de pessoas já no processo de medição e delimitação dos lotes.

No local apontado não havia mais concentração de pessoas, porém os policiais encontraram indícios da demarcação iniciada, como estacas de madeira fincadas nas duas margens da via que corta o assentamento.

Durante as buscas aos possíveis invasores, diversas pessoas foram abordadas nas proximidades. Uma delas, um homem de 48 anos, acabou sendo presa. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto, o que o tornava um procurado da Justiça. A participação dele na tentativa de invasão será apurada.

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Tolerância zero

As forças policiais, civil e militar, atuam em conjunto em todo Mato Grosso com rondas ostensivas, investigações, monitoramento e atividades de inteligência com o objetivo de prevenir e reprimir as invasões. A determinação do governador Mauro Mendes é de tolerância zero às ocupações ilegais de terras no Estado.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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