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Mais um integrante de organização criminosa envolvida com tráfico é preso em Nova Mutum

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá), continua com as diligências para prender os alvos da Operação Chuva de Pedra, deflagrada na última quinta-feira (18), com foco no combate a uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas na município.

Nesta quarta-feira (24), mais um alvo identificado nas investigações da Derf teve o mandado de prisão cumprido. O jovem de 20 anos está entre os 23 presos que estão sendo investigados pela unidade em inquérito que serviu de base para a deflagração da operação.

As investigações buscam esclarecer o papel de inúmeras pessoas que integram associação criminosa que atuam com o tráfico de entorpecentes no município. Segundo o delegado Rodrigo Rufato, diversos interrogatórios estão sendo realizados e diligências efetuadas para a conclusão dos trabalhos investigativos.

“A prisão teve o objetivo de levantar novas informações que possam levar a identificação de outros integrantes da organização criminosa, assim como o envolvimento do grupo em outros crimes”, disse o delegado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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