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PRF participa de operação Pantanal Legal deflagrada pela Receita Federal em Cuiabá-MT

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A Polícia Rodoviária Federal participou, nos dias 09 e 10, da Operação Pantanal Legal realizada pela Receita Federal no município de Cuiabá-MT.

O objetivo da operação é combater crimes como contrabando, descaminho, comércio de produtos sem selo da Anatel e contrafação, popularmente conhecido como pirataria.

A PRF atuou na operação fornecendo apoio logístico e realizando patrulhamento ostensivo nas regiões em que a operação aconteceu.

Durante a operação, foram encontrados diversos produtos que eram comercializados de forma irregular, como eletrônicos sem selo da Anatel e itens de marca contrafeitos, o que resultou na apreensão de aproximadamente R$8,5 milhões em mercadorias. 

Além das mercadorias apreendidas, foram encontrados cartelas com selos falsificados da Anatel, utilizados para dar aparência de autenticidade em mercadorias falsificadas. O proprietário de um estabelecimento foi preso, a princípio, pelo crime de falsificar selo ou sinal público.

A operação Pantanal Legal reforça o compromisso das autoridades federais em combater a comercialização de produtos ilegais e proteger a economia do país. Além disso, a ação demonstra a importância da integração entre os órgãos de segurança para o combate aos crimes transfronteiriços.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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