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Polícia Civil interroga motorista responsável por atropelamento de ciclista em Sinop

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A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Sinop, interrogou na manhã de quinta-feira (04.05), o motorista responsável pelo atropelamento ocorrido na última segunda-feira (01.05) no bairro Jardim das Violetas, em Sinop, que resultou na morte de um ciclista (até o momento, não identificado).

O suspeito se apresentou na unidade policial acompanhado do seu advogado e como não estava em situação de flagrante responderá em inquérito policial pelos crimes de homicídio culposo na direção de veículo e fuga de local de crime.

Em depoimento, o motorista alegou que o ciclista surgiu de repente em sua direção, sem que houvesse tempo hábil para impedir a colisão e que fugiu sem prestar socorro por ter ficado desesperado com a situação.

As investigações, coordenadas pelo delegado Ugo Mendonça, seguem em andamento na 1ª Delegacia de Sinop, sendo realizada a oitiva de novas testemunhas e busca por câmeras de segurança na região que possam ajudar a elucidar o caso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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