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Policiais civis concluem treinamento para atuar em Escolta Comboio e Contra Emboscada

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Três policiais civis, sendo duas investigadoras e um investigador de polícia, lotados na Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e no Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá, concluíram na terça-feira (02.05) o Curso Intensivo de Escolta Comboio e Contra Emboscada.

A capacitação, ministrada pela Academia de Polícia Penal, com 84 horas/aula, foi realizado entre os dias 24 de abril a 02 de maio, em Cuiabá, com foco em preparar os policiais para agir em situação de embosca e evitar a fuga de detentos.

Entre os policiais que formaram no curso estão o investigador, Elton Noqueira Barbosa de Lima e a investigadora Maria Carolina Dias Lenhardt, lotados na DRE e a investigadora, Elga Rezende Soster Pessoa, do Plantão de Violência Doméstica de Cuiabá.

O treinamento reuniu servidores da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de agentes da Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo, instituições atuam de forma integrada durante as operações de alto risco como é o exemplo a transferência de detentos de alta periculosidade.

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Nos oito dias de curso, foram realizadas atividades diurnas e noturnas e simulações de troca de tiros sobre terra e água na tentativa de alcançar uma situação mais próxima da realidade. Tudo isso para que as forças de segurança estejam preparadas e alinhadas para uma possível ocorrência durante o transporte de detentos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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