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Seduc abre edital para cadastro reserva destinado a escolas do campo e indígena

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Profissionais efetivos da Rede Estadual de Educação ou candidatos a contrato temporário interessados em atuar com bolsa interiorização nas unidades da zona rural ou unidade escolar indígena específica poderão se inscrever no processo seletivo de formação de cadastro reserva.

O edital nº006/GS/SEDUC foi divulgado nesta terça-feira (02) no Diário Oficial e as inscrições serão realizadas exclusivamente através do endereço eletrônico www.seduc.mt.gov.br-PAS/PPS, a partir das 08h do dia 03.05 até as 17h do dia 14.05.23.

Serão 500 bolsas no valor de R$2.000,00 cada uma, pagas mensalmente enquanto durarem as ações ou projetos para os quais o servidor foi selecionado e designado. A bolsa interiorização, em hipótese alguma, será incorporada à remuneração do servidor e constituirá base de incidência de encargos trabalhistas, previdenciários, entre outros.

Poderão participar profissionais efetivos que estiverem inscritos no Banco de Talentos, que tenham formação superior e habilitação técnica específica e pontuação na Listagem de Classificação de Efetivos 2023.

No caso de servidor temporário, é obrigatória a classificação no edital Nº008/2021/SEDUC/MT, se enquadrem nos requisitos estabelecidos, atender às especificidades de cada vaga ou unidade escolar específica, além de estarem aptos e sem impedimento legal para exercer sua atividade profissional em sala de aula.

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O objetivo é ampliar o atendimento às unidades de ensino de educação do campo e indígena por profissionais habilitados e, assim, contribuir com o atendimento das metas estabelecidas nos planos nacional e estadual de educação.

Leia o edital na íntegra.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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