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Condenado por roubo e organização criminoso em TO é localizado em fazenda de Juara

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu nesta terça-feira (18.04) um foragido da Justiça de Tocantins, que foi condenado pelo crime de roubo ocorrido na cidade de Araguaína.

Após troca de informação entre a Polinter e a Polícia Civil de Tocantins para localizar o paradeiro do condenado, as equipes verificaram que ele estava na região de Juara.

Uma equipe da Delegacia de Juara foi acionada e localizou Italo Henrique da Silva, de 23 anos, foi em uma fazenda a 200 quilômetros da sede do município, na região médio-norte do estado. De acordo com o delegado Eric Fantin, não houve resistência do condenado à prisão.

Italo Henrique é integrantes de uma facção criminosa e cometeu roubo na região de Araguaína e após seus comparsas serem presos, ele fugiu para Mato Grosso a fim de se esconder. Conforme o delegado Fellipe Crivelaro, da Delegacia Regional de Araguaína, Ítalo responde por organização criminosa, rráfico e roubo.

Conforme a investigação que apurou os crimes, o grupo ligava para pedir pizza e quando o entregador chegava com o pedido, eles roubavam o trabalhador, levavam a moto, documentos e outros objetos de valor da vítima.

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Após o cumprimento do mandado em Juara, ítalo será encaminhado para audiência de custódia e depois será enviado à unidade prisional do município, onde aguardará recambiamento para Tocantins.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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