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Polícia Rodoviária Federal apreende carga de cigarros sem nota fiscal em fiscalização na BR-163

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Nesta sexta-feira, 16 de abril de 2023, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava uma fiscalização de trânsito no KM 946 da BR-163, na Unidade Operacional de Nova Santa Helena/MT, quando abordou um veículo com duas mulheres.

Os policiais solicitaram a documentação do veículo e das ocupantes, e a condutora informou que não possuía o documento do carro.

Durante a abordagem, os policiais notaram que o veículo estava carregado de mercadorias e os vidros traseiros cobertos por papel e tecido preto. Ao questionar a condutora sobre o que havia no veículo, ela afirmou que se tratava de calçados, pois possuía uma loja em Peixoto de Azevedo/MT.

No entanto, quando os policiais solicitaram que a porta traseira do veículo fosse aberta, alguns pacotes de cigarro caíram, levantando suspeitas. Ao realizar uma fiscalização mais detalhada, os policiais encontraram diversos pacotes de cigarros da mesma marca, caixas de papel de seda e perfumes, todos sem nota fiscal.

A condutora alegou ter carregado a carga em Ponta Pora/MS e estaria levando-a até Guarantã do Norte/MT.

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A condutora e a passageira foram conduzidas a Polícia Judiciária de Itaúba/MT, com o veículo e as mercadorias.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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