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Lucas do Rio Verde é a primeira cidade a receber botão do pânico em MT

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A Polícia Civil, por meio da equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde, participou na manhã desta segunda-feira (17.04), do lançamento do aplicativo “Botão do Pânico”, nas escolas. O aplicativo foi disponibilizado aos gestores da Escola Municipal Olavo Bilac, sendo a primeira escola do município e do estado de Mato Grosso a possuir a ferramenta.

O Botão do Pânico tem o objetivo comunicar de forma mais célere e eficiente qualquer tipo de ato violento dentro das unidades escolares. O aplicativo, originalmente utilizado em casos de violência contra mulher, foi adaptado para servir as escolas do município de Lucas do Rio Verde.

O projeto de lei que autoriza a implantação do Botão do Pânico, aprovado na sessão ordinária ocorrido nesta manhã, é de autoria do vereador Wlad Mesquita, que é policial civil e íntegra o quadro de servidores da Delegacia de Polícia de Lucas do Rio Verde.

Durante a cerimônia de lançamento, os delegados, Ana Carolinne Mortoza Lacerda Terra e João Antônio Batista Ribeiro Torres realizaram palestra sobre a importância do aplicativo e a forma correta de usá-lo.

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Os delegados também orientaram professores e profissionais da educação sobre como agir em caso de atitudes suspeitas ou informações acerca de atentados violentos em escolas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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