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Polícia Civil identifica autor de depredação contra residência de prefeito no interior do estado

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, identificou o suspeito de depredar a casa do prefeito de Peixoto de Azevedo, na última quarta-feira (12.04), no norte do estado.

Conforme a apuração, o investigado L.N.D.S., de 32 anos, chegou à frente da residência a pé e utilizado uma “machadinha” para destruir os vidros da fachada da residência.

Nas imagens, o autor, aparentemente, se machuca na ação e já sai retirando a camisa suja de sangue. Após o fato, o autor desceu a rua, aparentemente machucado em suas mãos e mancando.

Os objetos usados por ele foram apreendidos e encaminhados para a Perícia Técnica da Politec.

“O autor teria perpetrado toda a ação sozinho e possui passagens por roubos em Sorriso e Matupá e também por tentativa de homicídio em Peixoto de Azevedo”, explicou o delegado Geordan Fontenelle.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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