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Operação Sansão apura denúncias de maus-tratos a animais e apreende 55 aves

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A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) realizou nesta quinta-feira (13.04) mais uma fase da Operação Sansão, para apuração de denúncias de maus-tratos a animais domésticos.

As equipes da Dema cumpriram 13 ordens de serviço em Cuiabá e Várzea Grande para apurar as denúncias recebidas pelo número 197.

Os policiais observaram que a maioria das denúncias é referente à perturbação do sossego. Em um dos locais vistoriados foi verificado que cinco animais brincam entre eles e fazem bastante barulho com os latidos, trazendo possível desconforto para a vizinhança, mas os animais são bem tratados e recebem atenção de seus tutores, que já são idosos.

Em outra diligência foi localizada uma criação de galos e galinhas em área residencial, com 55 aves da raça ‘moura’. Os policiais observaram que as aves estavam em pequenas gaiolas, algumas com esporas aparadas e o pescoço raspado.

Também foram encontrados no local alguns petrechos como luvas de treino e esporas metálicas, além de medicamentos, seringas e tesouras cirúrgicas. O proprietário da residência é idoso e vive em condições precárias.

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As aves foram apreendidas e o proprietário autuado por maus-tratos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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