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Duas menores são identificadas como autoras de mensagem de incitação a massacre em Querência

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Duas alunas do 9º ano de uma escola de Querência (945 km a nordeste de Cuiabá) responderão pelo ato infracional ao delito de incitação ao crime, após serem identificadas pela Polícia Civil, na quinta-feira (13.04), como autoras de mensagens referentes a massacres em redes sociais.

A identificação das menores de 14 e 15 anos ocorreu após a diretora da escola acionar a equipe da Delegacia de Querência sobre uma postagem em rede social feita pelas alunas.

Diante dos fatos, a equipe da Polícia Civil foi até a escola localizada em um assentamento em Querência, onde as menores foram identificadas e intimadas para oitiva na delegacia. Em conversa com o delegado Querência, Danilo Rodrigues, as adolescentes afirmaram que estavam apenas fazendo uma brincadeira.

O delegado instaurou procedimento na delegacia para verificação das condutas das menores e destacou que todas as denúncias que chegam à unidade estão sendo apuradas.

“A Polícia Civil está trabalhando e contamos com apoio dos pais e da sociedade por meio de denúncias ou outras informações. Todos os casos de possíveis massacres em unidades escolares da região serão apurados”, disse o delegado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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