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Adolescente de Diamantino é autuado pela Polícia Civil por divulgar mensagens e causar pânico em comunidade escolar

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A Polícia Civil apreendeu um adolescente nesta quarta-feira (12.04), em Diamantino, um adolescente responsável por publicações em rede social de mensagens com ameaças contra a comunidade de uma escola pública da cidade.

A investigação realizada em conjunto pela Delegacia de Diamantino e a Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos apurou informações e chegou a uma moradora da cidade, cujo filho, um adolescente de 12 anos, assumiu ter criado o perfil na rede social e feito as publicações, que tem teor criminoso, e disse que era ‘apenas brincadeira’.

O adolescente foi conduzido à Delegacia de Diamantino, ouvido pelo delegado Marcos Bruzzi e autuado pelo Artigo 41, da Lei de Contravenções Penais, que é cometer ato capaz de causar tumulto ou pânico.

As ações investigativas são executadas com foco na repressão às divulgações de ameaças em redes sociais envolvendo, especialmente, unidades escolares de Mato Grosso, lembrando que a internet não é terra sem lei e quem age desta forma será identificado e devidamente responsabilizado criminalmente.

A Polícia Civil reitera que tem atuado de imediato para reprimir as condutas criminosas e pessoas podem ser presas ou apreendidas em qualquer momento em virtude da divulgação de mensagens falsas e que causam tumulto ou pânico.

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Denúncias podem ser encaminhadas aos números 197 ou 181 da Polícia Civil e também ao Whatsapp da DRCI: (65) 99973-4429.

Operação Escola Segura

A Polícia Civil de Mato Grosso está atuando nas investigações de combate a fake news dentro da Operação Escola Segura e envolve atuação integrada de diversos ministérios do Governo Federal, como Segurança Pública e Educação, em todo o País.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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