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Traficante é presa com porções de cocaína e Hilux furtada no último sábado em Cuiabá

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Uma mulher envolvida com os crimes de tráfico de drogas, receptação e adulteração de sinais identificadores de veículos foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (10.04), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), após troca de informações com a equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Com a suspeita, de 24 anos, foi apreendida uma caminhonete Toyota Hilux, produto de furto ocorrido no último sábado (08), em Cuiabá, além de porções de drogas e material relacionado ao tráfico.

As investigações iniciaram após os policiais da DRE receberem informações da equipe da DHPP, sobre uma mulher que estava comercializando entorpecentes e realizando a guarda de um veículo furtado no Residencial São Carlos.

Com base nas informações passadas, os policiais da DRE passaram a monitorar o endereço, identificando o possível veículo de origem ilícita. Ao se aproximarem da caminhonete Toyota Hilux, foi possível perceber que a placa estava adulterada e que os números estavam grosseiramente pintados.

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Em checagem no sistema, foi possível descobrir a verdadeira placa da caminhonete, que estava com restrição de furto ocorrido no sábado (08.04). Os policiais flagraram o momento em que a suspeita chegou ao condomínio e foi até o veículo, sendo em seguida realizada a sua abordagem.

Questionada, ela disse que a caminhonete estava guardada no local, a pedido do seu marido que encontra-se preso. Em buscas na residência, foram encontradas diversas porções de drogas, sendo dentro do guarda-roupas localizadas 17 porções de cocaína já embaladas para venda, um pote grande com cocaína, além de apetrechos e anotações relacionadas ao tráfico de drogas, aparelhos celulares e uma maleta de som, que a traficante não soube explicar a origem.

Na casa, também foram encontrados documentos de uma vítima de furto, ocorrido no mês de março deste ano. Na ocasião, ela e o marido foram presos vendendo aparelhos dermatológicos da vítima, sendo que a suspeita foi colocada em liberdade em audiência de custódia e o marido continua preso pelo crime.

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Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida à DRE, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, receptação e adulterção de sinal de veículo automotor.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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