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Polícia Civil identifica e prende autor de mensagem contra escola em Arenápolis 

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A Polícia Civil prendeu no final da manhã desta quinta-feira (06.04), em Várzea Grande, um jovem de 18 anos que publicou uma mensagem em rede social contra uma escola pública do município de Arenápolis. A ação conjunta de investigação envolveu as Delegacias de Arenápolis e a unidade especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

O suspeito foi localizado em sua residência, em Várzea Grande, e conduzido à DRCI, onde foi ouvido pelo delegado Ruy Guilherme Peral. O jovem responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime previsto no artigo 41, que é praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto.

A Delegacia de Arenápolis foi comunicada na noite de quarta-feira (05), pela direção da Escola Estadual João Ponce de Arruda, sobre uma mensagem publicada em um perfil de uma rede social com ameaça à unidade escolar.

Imediatamente, a Delegacia de Arenápolis iniciou as diligências e, com apoio da DRCI, foi identificado o autor da mensagem. Ele foi aluno da escola até meados do ano passado.

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“Durante a madrugada, com apoio da Delegacia de Crimes Informáticos, iniciamos as diligências e obtivemos avanços nas investigações, com a identificação da autoria delitiva e endereço. A Polícia Civil de Arenápolis permanece em alerta e atenta a qualquer situação semelhante, dando a resposta necessária a esse tipo de ação criminosa”, destacou o delegado de Arenápolis Hugo Abdon.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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