POLÍCIA
Polícia Civil identifica e prende autor de mensagem contra escola em Arenápolis
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O suspeito foi localizado em sua residência, em Várzea Grande, e conduzido à DRCI, onde foi ouvido pelo delegado Ruy Guilherme Peral. O jovem responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime previsto no artigo 41, que é praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto.
A Delegacia de Arenápolis foi comunicada na noite de quarta-feira (05), pela direção da Escola Estadual João Ponce de Arruda, sobre uma mensagem publicada em um perfil de uma rede social com ameaça à unidade escolar.
Imediatamente, a Delegacia de Arenápolis iniciou as diligências e, com apoio da DRCI, foi identificado o autor da mensagem. Ele foi aluno da escola até meados do ano passado.
“Durante a madrugada, com apoio da Delegacia de Crimes Informáticos, iniciamos as diligências e obtivemos avanços nas investigações, com a identificação da autoria delitiva e endereço. A Polícia Civil de Arenápolis permanece em alerta e atenta a qualquer situação semelhante, dando a resposta necessária a esse tipo de ação criminosa”, destacou o delegado de Arenápolis Hugo Abdon.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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