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Polícia Civil reforça equipe na investigação de crime de explosão em supermercado

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A Polícia Civil de Mato Grosso iniciou as investigações para apurar a ocorrência de uma explosão em um supermercado de Rondonópolis, na noite de terça-feira (04.04). Equipes das delegacias especializadas do município estão empenhadas em esclarecer o fato.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, reforça que equipes especializadas da instituição foram encaminhadas a Rondonópolis para reforçar a Delegacia Regional na investigação.

As apurações preliminares apontam indícios de crime. A Polícia Civil já requereu as perícias necessárias, que serão realizadas pela Politec-MT e pessoas estão sendo ouvidas, tanto funcionários quanto clientes do estabelecimento comercial.

A explosão ocorreu na noite de ontem, em um supermercado localizado na Vila Operária. A equipe plantonista da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada por volta das 19 horas com o relato da explosão e seguiu para no local para análise dos fatos.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e fez a contenção da fumaça que se espalhou com a explosão.

O delegado regional de Rondonópolis, Thiago Garcia Damasceno pontua que todas as informações estão sendo averiguadas a fim de esclarecer o fato e a motivação. “A apuração está sob sigilo. Não podemos passar outras informações a fim de não comprometer o andamento da investigação”, afirmou o delegado Thiago.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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