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Polícia Penal apreende 115 itens eletrônicos e mais de 60 porções de drogas na Penitenciária Mata Grande

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Policiais penais apreenderam mais de 60 porções de drogas e 115 produtos eletrônicos durante a Operação Desmonte, finalizada no início da tarde desta terça-feira (04.04), na Penitenciária Major Eldo de Sá Correia (Mata Grande), em Rondonópolis (210 km ao Sul de Cuiabá).
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Segundo o diretor da unidade Ailton Ferreira, a operação envolveu mais de 50 policiais penais e teve início às 6h com a retirada de todos os presos dos raios “III ID” e “III SD” para a quadra da unidade prisional e a manutenção dos mesmos em procedimento de disciplina.

Imediatamente, outras equipes iniciaram, com apoio de cães farejadores do canil, uma revista minuciosa em todas as celas na busca de ilícitos escondidos. Durante a inspeção foram apreendidos os seguintes materiais: 44 aparelhos celulares, 21 chips, 25 carregadores, 25 fones de ouvido, 58 porções de substância aparentando ser maconha e 10 porções de substância aparentando ser pasta base de cocaína.

“A operação foi finalizada por volta das 13 horas, desta terça-feira, após os presos retornaram para as celas sem nenhuma alteração”, informou o diretor da Mata Grande, que destacou os esforços de todos os policiais para a retirada dos ilícitos e a manutenção da ordem e disciplina na penitenciária.

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Fonte: Governo MT – MT

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Wilson Santos vê reivindicação sair do papel com expansão da energia trifásica em MT

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) já havia defendido a necessidade de investimentos robustos e maior rigor na prestação dos serviços de energia elétrica em Mato Grosso após o anúncio do Programa MT Trifásico, firmado entre o governo do estado e a Energisa Mato Grosso, nesta quinta-feira (28), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. Ele correlacionou o novo pacote de investimentos com as discussões promovidas pela Comissão Especial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em 2025, que debateu a renovação ou nova licitação da concessão para a distribuição de energia elétrica no estado.

Como vice-presidente da comissão especial, o parlamentar teve atuação ativa durante os trabalhos realizados pela Casa de Leis, especialmente na condução dos debates sobre os impactos da deficiência energética em municípios mato-grossenses, sobretudo nas regiões rurais e em cidades do interior que ainda sofrem com a ausência do sistema trifásico.

Ao longo dos trabalhos, o grupo de trabalho promoveu 11 audiências públicas em diversas regiões de Mato Grosso, em que ouviu produtores rurais, empresários, comerciantes, representantes da indústria, lideranças políticas e moradores. Entre as principais reclamações apresentadas esteve justamente a falta da rede trifásica, considerada essencial para impulsionar o desenvolvimento econômico, a industrialização e a expansão de atividades produtivas no campo.

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Durante as audiências, Wilson Santos defendeu que o crescimento acelerado de Mato Grosso não vinha sendo acompanhado pela qualidade da infraestrutura energética ofertada pela concessionária. Para ele, a limitação do sistema elétrico travava investimentos, dificultava a instalação de indústrias e prejudicava diretamente consumidores urbanos e produtores rurais. “O baixo investimento que vinha sendo realizado não acompanhava o ritmo de crescimento de Mato Grosso e travava o processo de industrialização do Estado”, pontuou.

Antes da definição sobre a continuidade da Energisa nos próximos 30 anos, Wilson Santos entregou um relatório ao Ministério de Minas e Energia (MME), em janeiro deste ano, defendendo regras mais rígidas, metas auditáveis, fiscalização permanente e investimentos obrigatórios para garantir melhorias concretas na prestação dos serviços.

Com a parceria firmada entre o Governo de Mato Grosso e a Energisa, serão investidos R$ 1,4 bilhão no setor elétrico, sendo R$ 700 milhões aportados pelo Estado e outros R$ 700 milhões pela concessionária. O deputado avalia que parte das reivindicações levantadas pela comissão começa a ganhar encaminhamentos práticos com esse anúncio do Programa MT Trifásico que prevê a construção de cinco mil quilômetros de rede trifásica entre 2026 e 2030.

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Wilson Santos frisou que o sistema trifásico esteve entre as maiores cobranças identificadas nas audiências públicas realizadas pela Assembleia Legislativa. “Essa foi uma das principais reivindicações que a Comissão da Assembleia Legislativa diagnosticou nas audiências públicas realizadas em todo o estado. Já que a Energisa conseguiu mais 30 anos de concessão para distribuir energia em Mato Grosso, que ela cumpra grandes reivindicações do interior e também da capital”, concluiu.



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