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Em Rondonópolis, PRF prende motociclista com mandado de prisão em aberto e pilotando embriagado

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Na manhã de sábado (01), equipe PRF realizava fiscalização na BR 364, no município de Rondonópolis/MT, quando deu ordem de parada a uma motocicleta, que desrespeitou a ordem e empreendeu fuga.

Logo em seguida a equipe policial seguiu a motocicleta e conseguiu realizar a abordagem. Em consulta aos sistemas disponíveis, foi verificado que havia um Mandado de Prisão por Maria da Penha expedido pela Quarta Vara Criminal de Rondonópolis em desfavor do condutor da motocicleta.

O condutor da motocicleta foi convidado a realizar o teste de alcoolemia. Tendo realizado o teste, constatou-se o teor de 0,67 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões, sendo considerado, conforme a Portaria n° 006/2002/INMETRO, o valor de 0,63 mg/L, o que configura o crime de Conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool – Embriaguez ao Volante.

Diante das informações obtidas foi constatada, a princípio, ocorrência de Mandado de Prisão e Embriaguez ao Volante. Deste modo, o condutor foi encaminhado à Polícia Judiciária para que se tomem os procedimentos cabíveis.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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