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Onze pessoas são presas por embriaguez ao volante em Cuiabá e em Cáceres

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Onze pessoas foram presas por embriaguez ao volante durante duas edições distintas da Operação Lei Seca 2023, realizadas simultaneamente na noite de sábado (01.04) em dois pontos da Avenida Archimedes Pereira, em Cuiabá, e no entorno da Praça Barão Rio Branco, no Centro, em Cáceres. Ao todo, 183 veículos foram fiscalizados e 60 removidos.

Na capital, as forças de segurança deflagram a 35ª edição da ação integrada em trechos dos bairros Jardim Itália e Santa Cruz. As equipes aplicaram 118 testes de alcoolemia. Dez pessoas foram flagradas dirigindo sob o efeito de álcool, sendo que uma delas também foi encaminhada à Delegacia de Polícia por direção perigosa, conforme artigo 175 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Nos dois trechos, os agentes das forças de segurança pública fiscalizaram 115 veículos. Destes, 56 foram autuados e 52 retidos por irregularidades, sendo 50 carros e duas motocicletas.

Foram lavrados ainda 75 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Deste total, 22 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool; 06 por dirigir sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 31 por conduzir carro ou moto sem registro ou não licenciado e16 autos por outros motivos.

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Já em Cáceres (210 km ao Sul de Cuiabá), as forças de segurança aplicaram 68 testes de alcoolemia e flagraram uma pessoa dirigindo sob o efeito de álcool durante a realização da 10ª edição da Operação Lei Seca no município. Ao todo, 68 veículos foram fiscalizados. Destes, 19 receberam auto de infração e oito (cinco carros e três motos) foram removidos.

Do total de 23 AITs emitidas, duas foram aplicadas por condução de veículo sob efeito de álcool, três por direção sem possuir CNH, sete por condução sem o registro ou não licenciado, entre outras.

A Operação Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). As ações contaram com o Batalhão de Trânsito da Policia Militar (BPMTran); Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Detran, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), do Ciretran e da Coordenadoria de Trânsito de Cáceres.

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Fonte: Governo MT – MT

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Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT

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Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.

Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.

“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.

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Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.

“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.

Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.

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