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Polícia Civil incinera mais 456 quilos de entorpecentes em Rondonópolis

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A Polícia Civil incinerou nesta sexta-feira (17.03), em Rondonópolis, 456 quilos de entorpecentes apreendidos em ações das forças de segurança na região.

A droga foi incinerada em um forno de uma empresa no Distrito Industrial do município, em ação coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, que também atua na investigação dos delitos de tráfico de entorpecentes.

 

A queima de entorpecentes é liberada após realização de perícia oficial e de autorização judicial e teve acompanhamento da Vigilância Sanitária e representantes do Ministério Público e Poder Judiciário.

De acordo com o delegado Santiago Rozendo Sanches, da Derf de Rondonópolis, esta é a terceira incineração realizada neste ano no município, totalizando mais de mil quilos de entorpecentes apreendidos e destruídos, como maconha, pasta base de cocaína e cocaína. 

 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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