POLÍCIA
Polícia Civil recupera valor proveniente de golpe do falso intermediário
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, recuperou na terça-feira (14.03), valor subtraído de vítima de crime de estelionato.
As diligências iniciaram na última segunda-feira (06), após a Derf-Barra do Garças ser acionada pela vítima, informando que havia caído no golpe do falso intermediário.
A vítima relatou que estava anunciando um veículo pelo valor de R$ 27 mil. No entanto, um intermediário passou a fazer contato tanto com o comprador, como com o vendedor, e passou a negociar o veículo por R$ 21 mil.
Após acordo entre as partes, foi firmado o valor de R$ 17 mil, em razão dos descontos referentes ao IPVA, licenciamento e multas do veículo.
Embora o comprador e o vendedor tivessem se encontrando para finalizar o acordo, ambos foram orientados pelo golpista a não comentar sobre a quantia negociada.
Logo após efetuar o pagamento, o comprador foi receber o veículo, porém a proprietário se recusou a entregar, pois o dinheiro não havia sido creditado em sua conta.
Conforme apurado, o suspeito efetuou um falso depósito na conta do vendedor, porém horas depois este descobriu o golpe.
A Derf-Barra do Garças com apoio da equipe de Rondonópolis, identificaram a pessoa que recebeu o dinheiro depositado pelo comprador. Ao ser localizada, a mesma devolveu o dinheiro subtraído da vítima.
As investigações continuam visando identificar o autor do crime.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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