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Polícia Civil recupera mais de R$ 33,5 mil de vítima de estelionato

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, recuperou mais de R$ 33,5 mil de uma vítima de golpe por meio eletrônico.

Na sexta-feira (10.03), a vítima de 39 anos procurou a Delegacia de Estelionato para registrar o boletim de ocorrência. A mulher informou que estava conversando com uma pessoa, a qual lhe ofereceu fazer investimentos através de uma corretora de criptomoedas.

A comunicante se interessou pela proposta e cadastrou no aplicativo, onde para fazer as aplicações era necessário acessar um link. Ainda conforme o suspeito, bastava fazer a transferência do valor desejado, e o dinheiro era enviado para o seu aplicativo. 

Ela fez a primeira aplicação do valor de R$ 1 mil e recebeu de volta R$ 1,2 mil. Na segunda vez, foi investido R$ 5 mil e o retorno foi de R$ 5,5 mil. Já a terceira transferência foi de R$ 19 mil e não houve retorno do valor.

Ao questionar o suspeito, este falou que o valor aplicado foi muito alto, razão pela qual foi retido e ela deveria declarar o imposto de renda no valor de R$ 65 mil. Então a mesma procedeu com mais duas transferências, sendo uma no valor de R$ 30 mil e a outra no valor de R$ 35 mil.

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No entanto, após isso a vítima recebeu uma mensagem informando que deveria se tornar membro da corretora e depositar o valor de R$ 85 mil. Momento em que desistiu dos investimentos e descobriu que havia caído em golpe.

Com base nas informações, os policiais civis da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, passaram a diligenciar e conseguiram por meio de bloqueio bancário, recuperar parte do valor subtraído da vítima.

As investigações continuam visando identificar o autor e outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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