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Em apenas uma semana, Polícia Civil recupera mais de R$ 93 mil subtraídos de vítimas de estelionato

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Mais de R$ 93 mil subtraídos de diversas vítimas de estelionato eletrônico, foram recuperados pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Os crimes foram registrados pelas vítimas, em dez municípios do Estado de Mato Grosso, entre segunda-feira (06.03) e sexta-feira (09.03), sendo todos os golpes cometidos pelo meio virtual.

A recuperação dos expressivos valores feita por meio de bloqueios bancários, foi realizada pela equipe de policiais civis da DRCI, a qual foi rapidamente acionada para dar apoio nas investigações para apurar os crimes.

Os crimes de fraude eletrônica, praticados contra as vítimas, englobam os mais diversos golpes, já conhecidos, como do falso intermediário, do perfil falso, compra de veículo pela internet, e do aplicativo do celular WhatsApp clonado.

As diligências da DRCI foram em apoio as Delegacias de Polícia de Guarantã do Norte, Lucas do Rio Verde, Sinop, Nova mutum, Pontes e Lacerda, Nobres, Canarana, Ribeirão Cascalheira, Jaciara e Alta Araguaia.

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A DRCI orienta a população em estar sempre atenta, quando receber alguma ligação, mensagem pelo celular, ou pela sua página em redes sociais, bem como evitar compras pela internet de alto valor e antes de certificar que o negócio é seguro e certo.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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