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Esposa de Roque revela que Silvio Santos presenteou a família com casa: “Deus!”
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Durante uma entrevista ao jornalista Roger Turchetti, no YoutTube, Janilda Nogueira, mulher do assistente e diretor de palco, Gonçalo Roque, revelou que o apresentador e dono do SBT, Silvio Santos, deu uma casa para a família, após pandemia da covid-19 e o desenvolvimento de uma depressão que Roque teve.
“Ele entrou em depressão, chorava, ficou muito mal. Mas, graças a Deus, as coisas foram se resolvendo. A gente veio para esse lugar, que é um condomínio, lugar que ele pode caminhar”, disse ela, citando ainda a questão da pandemia.
Roque, mulher e a família moravam em uma casa na zona norte da capital paulista. Agora todos moram em Jundiaí, a cerca de 48 km de distância.
“Ganhamos essa casa de presente do Silvio [Santos]. Um presentão. Uma casa linda, num condomínio muito gostoso. As crianças se divertem porque tem espaço, né? Foi o refúgio de todo mundo [da família]”, completou ela.
Roque retornou ao trabalho na última sexta-feira (3), depois de ter passado por uma cirurgia em decorrência de um acidente doméstico. Ele caiu no condomínio onde está morando e teve cortes profundos no braço esquerdo.
“Hoje [sexta] voltei aos trabalhos. A vida é assim, as vezes precisamos dar uma pausa, descansar, para repor as energias e voltar a ativa”, escreveu Roque, que tem 85 anos, em seu perfil no Instagram.
Ele finalizou a mensagem agradecendo o apoio que recebeu dos fãs. “Agradeço mais uma vez pela preocupação de cada um, pelas mensagens de carinho e orações. Vocês são incríveis.
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Fonte: TOP Famosos
CURIOSIDADES
Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.
O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.
Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.
Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.
A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.
Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.
A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.
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