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Polícia Civil esclarece furto ocorrido em uma clínica médica de Arenápolis

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Policiais civis de Delegacia de Arenápolis (258 km a médio norte de Cuiabá) esclareceram com autoria definida, um crime de furto qualificado, ocorrido em uma clínica médica. Na ocasião foram subtraídos aparelho de notebook e dinheiro.

O suspeito possui extensa ficha criminal, bem como já foi condenado pela prática de furtos cometidos na região e faz uso de tornozeleira eletrônica.

Durante diligências para apurar o crime registrado no dia 28 de fevereiro, os policiais civis de Arenápolis em troca de informações com a equipe de Sapezal, conseguiram identificar o indivíduo.

Segundo apurado, ele é responsável também por outro furto qualificado em Sapezal. No decorrer das investigações, foi feito o confronto do biótipo e características do investigado, confirmando a autoria delitiva.

Diante dos indícios, o suspeito foi detido com apoio da Polícia Militar, ao se apresentar no Fórum da Comarca de Arenápolis, para prestar esclarecimentos acerca das condenações.

Conduzido até a Delegacia de Arenápolis, o suspeito foi ouvido e acabou assumindo o crime. Ele responderá pelo inquérito instaurado pela Polícia Civil.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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