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Três carretas com carga de 220 mil kg de milho são apreendidas pela Polícia Militar

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Três carretas carregadas com milho foram apreendidas por policiais militares nesta quarta-feira (08.03), às margens da MT-326, no município de Cocalinho (907 km de Cuiabá), e os motoristas presos. As cargas pesaram aproximadamente 220 mil kg.

Às 2h30, os militares realizavam uma barreira na rodovia, em frente a uma fábrica de ração animal quando abordaram os veículos de carga carregados de grãos.

Os policiais solicitaram aos motoristas as notas fiscais das cargas, no entanto, nenhum deles apresentaram a documentação necessária para o transporte dos grãos. 

Os suspeitos disseram à polícia que os veículos foram carregados no município de Canarana (604 km de Cuiabá) e tinham como destino uma empresa em Itapuranga, no estado de Goiás, que também é voltada para a alimentação de nutrição animal. 

Os motoristas e os veículos foram conduzidos à delegacia e devem responder por crimes contra a ordem tributária. O Batalhão Fazendário foi acionado para todas as medidas administrativas cabíveis. 

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Disque-denúncia
  
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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