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Polícia Civil conclui inquérito sobre feminicídio de bancária e autor do crime é preso preventivamente

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A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis concluiu o inquérito policial que apurou o assassinato da bancária Leidiane Souza Lima, de 34 anos, e representou pela prisão preventiva do autor, que foi deferida pela Justiça na tarde desta terça-feira (07.03).

No dia 27 de janeiro deste ano, por volta das 07h30, Leidiane saía de casa para o trabalho, no bairro São Jorge, quando ao se aproximar de seu veículo foi surpreendida por um homem de capacete, fez vários disparos de arma de fogo contra a vítima, inclusive, após ela já estar caída. A bancária foi a óbito ali mesmo.

A equipe da DHPP, imediatamente, realizou diligências para apuração do crime e após várias oitivas foi encaminhada representação pela prisão temporária contra A.A.D.M.S, de 51 anos, preso em 06 de fevereiro. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele, oportunidade em que foram apreendidos alguns objetos úteis à apuração do crime.

O autor do homicídio teve um relacionamento amoroso com a vítima e tiveram uma filha, que atualmente tem três anos.

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Crime premeditado

Após um minucioso trabalho investigativo, a equipe policial apurou que A.A.D.M.S foi o autor dos disparos contra Leidiane. A investigação também apontou que o crime foi minuciosamente premeditado pelo executor.

A motivação para o homicídio, conforme apurou a Polícia Civil, decorreu do fato de que o executor ainda teria sentimento amoroso pela vítima e não teria sido correspondido, além de ambos estarem em litígio em relação à guarda judicial da filha.

As investigações para apuração do homicídio qualificado contaram com o apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Rondonópolis.

Ao final do inquérito, o delegado João Paulo Praisner indiciou A.A.D.M.S pelo crime de homicídio qualificado (feminicídio) e representou pela conversão da prisão temporária em prisão preventiva. O autor do assassinato de Leidiane segue preso na Penitenciária Regional Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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