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Forças de segurança interceptam avião e apreendem 400 kg de cocaína

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Uma operação conjunta entre as forças de segurança pública de Mato Grosso, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Federal, interceptou e apreendeu uma aeronave de pequeno porte carregada com 400 kg de cocaína, nesta quarta-feira (1º.03), no município de Alta Floresta (803 km ao Norte de Cuiabá).

O monitoramento e a interceptação do avião, que trafegava sem autorização e sem plano de voo no espaço aéreo brasileiro, mobilizaram equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), órgãos vinculados operacionalmente à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), e da Polícia Militar.

A droga estava no avião, detectado pelos radares da FAB. Um caça A-29 Super Tucano e a aeronave radar E-99 foram usados para monitorar e interceptar o avião, abordado pelas forças de segurança em solo. O piloto fugiu do local.

A apreensão faz parte do esforço conjunto e integrado das forças de segurança estadual e federal envolvidas para a repressão ao tráfico de drogas e a voos ilícitos em pequenas aeronaves carregadas com entorpecentes.

 

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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