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Dono de área é autuado pela Polícia Civil por derrubada ilegal de árvores no município de Cotriguaçu

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Uma ação conjunta de fiscalização ambiental flagrou nesta terça-feira (28.02), no município de Cotriguaçu, na região noroeste do estado, uma área desmatada sem autorização legal, com uso de motosserra e derrubada de árvores. O proprietário foi autuado em flagrante pela Polícia Civil e teve fiança arbitrada pelo Ministério Público, no valor de 10 salários-mínimos, além da obrigação de reparar o dano ambiental.

Fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente atestaram que a área não tem autorização para atividades extrativistas.

A Sema, com apoio da Polícia Militar, estava realizando fiscalização na região de Cotriguaçu, quando na Estrada da Balsa, as equipes ouviram o barulho de uma motosserra em funcionamento e a retirada de lascas de cerca em uma árvore derrubada.

O fiscal da Sema informou a quem fazia a derrubada que a área não possui autorização ambiental para atividades extrativistas, porém, a pessoa declarou que estava fazendo diárias para o proprietário da fazenda.

A.M.N. se apresentou como proprietário da área vizinha e informou que seria o responsável pela extração da madeira. A Sema apreendeu a motosserra e o dono da área foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Cotriguaçu, onde foi autuada em flagrante por crime ambiental.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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