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Polícia Civil prende três pessoas por comércio ilegal de arma de fogo em Cáceres

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Três pessoas que estavam comercializando uma arma de fogo e munições foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de sexta-feira (17.02), em ação da Delegacia de Polícia de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá).

A prisão dos suspeitos, de 42, 28 e 25 anos, ocorreu após os policiais da 1ª Delegacia de Cáceres receberem informações de populares, de que havia pessoas atuando com a venda de armas e um estabelecimento no bairro Vila Mariana.

Com base nas informações, a equipe da Polícia Civil fez o monitoramento do local, constatando a veracidade da denúncia. Diante das evidências, os policiais realizaram a abordagem dos suspeitos, encontrando com eles um revólver calibre 38, um ferrolho completo de fuzil e 50 munições intactas.

As armas e munições foram apreendidas e os suspeitos encaminhados à Delegacia de Cáceres, onde após serem interrogados pelo delegado Marlon Nogueira, foram autuados em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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